Abril, frio e molhado, enche o celeiro e farta o gado. Agosto, debulhar, Setembro, vindimar.
Bago a bago enche a galinha o papo.
Daquilo que uns não gostam, outros enchem a barriga.
De bago em bago, enche a velha o saco.
De comer até o porco se enche.
De galinhas e más fadas não se enchem as casas.
De orgulho não se enche o poço.
Dia de São Lourenço, vai à vinha e enche o lenço.
Do São Martinho ao Natal, o médico e o boticário enchem o bornal.
Em dia de São Lourenço vai à vinha e enche o lenço.
Está a chover e a fazer sol e a raposa a encher o fole.
Galinha de Janeiro, enche o poleiro.
Grão a grão, enche a galinha o papo.
Hoje um, amanhã dois, ao outro dia três ou quatro, depressa enche o saco.
Janeiro greleiro não enche o celeiro.
Lua cheia em Março trovejada, trinta dias é molhada.
Milho entre a vinha, enche a adega e a cozinha.
Palavras bonitas não enchem barriga.
Para que o ano não vá mal, hão-de os rios encher três vezes entre São Mateus e o Natal.
Quem tudo faz, não enche fuso.
São Miguel soalheiro, enche o celeiro.
A criança engorda para viver e o velho para morrer.
Bonitas palavras não engordam gatos.
O menino engorda para viver e o velho para morrer.
O olho do dono engorda o cavalo.
O que não mata engorda.
Olho do amo engorda o cavalo.
Se queres cedo engordar, dorme com fome e come devagar.
Enguia em empada, lampreia em escabeche.
Quem segura a enguia pelo rabo e a mulher pela palavra, não segura nada.
Estômago agradecido, não é bom amigo.
Estômago vazio não tem ouvidos.
O bom vinho arruína a bolsa e o mau o estômago.
Pelo estômago se governam os homens.
Quem come a correr, do estômago vem a sofrer.