A par de ria, não compres vinha, nem olival, nem casaria.
Quem colhe antes do Natal, deixa o azeite no olival.
Estaca nova de oliveira velha, no tempo da flor é cortar e pôr.
Oliveira não tem folha, o pavão comeu-a toda.
Oliveira, a do meu avô; figueira, a do meu pai; vinha, a que eu puser.
A grande cão, grande osso.
Carne sem osso, proveito sem trabalho.
Osso de assuã, beiço untado, barriga vã.
Osso que acabas de comer, não o tornes a roer.
Quem comeu a carne, que lhe roa os ossos.
Ao afortunado até os galos põem ovos.
Aonde a galinha tem os olhos tem os ovos.
Cresce o ovo bem batido, como a mulher com bom marido.
É rainha a galinha que põe os ovos na vindima.
Galinha pinta, ovos trinta.
Galinha preta põe ovo branco.
Mais vale um ovo hoje que uma galinha amanhã.
Não ponhas todos os ovos debaixo da mesma galinha.
Não se fazem omeletas sem ovos.
O ovo de hoje vale mais que a galinha de amanhã.
O ovo quer sal e fogo.
Ovo cozido, ovo perdido.
Ovo sem sal não faz bem nem mal.
Ovos e juras são para se quebrar.
Para ovos frigir, temos de os partir.
Para quebrar ovos, é preciso ter mãos.