queijo

Queijo com pão, comida de vilão.

Queijo com pão, faz o homem são.

Queijo de Outono, é para seu dono.

Queijo de ovelha, leite de cabra, manteiga de vaca.

Queijo do Alentejo, vinho de Lamego.

Só se faz bom queijo com bom leite.

Uvas, pão e queijo, sabem a beijo.

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queimar

A calúnia é como o carvão: ou te suja ou te queima a mão.

A cera sobeja queima a igreja.

Erva ruim, não queima a geada.

Lenha verde não queima nem acende.

Não arranjes lenha para te queimares.

Quem com o fogo brinca, a queimar se arrisca.

Quem põe a mão no fogo, é para se queimar.

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quente

A perdiz é perdida se quente não for comida.

Água fria e pão quente, nunca fizeram bom ventre.

Água fria sarna cria; água quente nem a são, nem a doente.

Água quente, nem a são nem a doente.

Anda quente, come pouco, bebe assaz e viverás.

Barriga quente, pé dormente.

Come caldo, vive em alto, anda quente, viverás longamente.

Dia de São Vicente, toda a água é quente.

Dia frio e dia quente, fazem andar o homem doente.

Fevereiro quente, traz o diabo no ventre.

Janeiro quente traz o diabo no ventre.

Maio frio, Junho quente, bom pão, vinho valente.

Malha-se no ferro enquanto está quente.

Mãos frias, coração quente, amor ardente.

Moças, quem vos deu tão ruins dentes? Água fria e castanhas quentes.

No ferro quente bater de repente.

No quente é que se cura a gente.

No tempo quente, refresca o ventre.

O vinho é como as mulheres, fresco de Verão, quente de Inverno.

Outubro quente, traz o diabo no ventre.

Pão quente faz mal ao ventre.

Pão quente, muito na despensa e pouco no ventre.

Perdiz é perdida se quente não for comida.

Pés quentes, ventre livre, cabeça fria e desprezar a medicina.

Quem dorme quente, pulgas não sente.

Vinho turvo e pão quente, são inimigos da gente.

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