A vaca bem cozida e mal assada.
A vaca com muito viço, dá com o corno no toutiço.
A vaca é nobreza, a cabra é mantença, a ovelha é riqueza, mas o polvo é tesouro.
A vaca da vizinha, dá mais leite do que a minha.
A vaca do vilão se de Inverno dá bom leite, melhor dá de Verão.
Boi em terra alheia, vaca é.
Boi morto, vaca é.
Carne nova, de vaca velha.
Em Abril abre a porta à vaca e deixa-a ir.
Mais vale dois bocados de vaca que sete de batata.
O boi depois de morto é vaca.
Ovelha cornuda e vaca barriguda não troques por nenhuma.
Quanto mais a vaca se ordenha, maior é a teta.
Queijo de ovelha, leite de cabra, manteiga de vaca.
Quem quiser o boi valente, ponha-lhe a vaca na frente.
Vaca que não come com bois ou comeu antes ou come depois.
Até ao lavar dos cestos é vindima.
É rainha a galinha que põe os ovos na vindima.
Feitas as vindimas, guardam-se os cestos.
Gaba-te, cesta rota, que vais à vindima.
Pela Santa Marinha vai ver a tua vinha; como a achares, será a vindima.
Poda curta, vindima longa.
Poda em Março, vindima no regaço.
Quem em ruim parte tem a vinha, às costas tira a vindima.
Quem quer mal à sua vizinha, dá-lhe em Maio uma sardinha e em Agosto a vindima.
Vindima molhada acaba cedo e aliviada.
A par de ria, não compres vinha, nem olival, nem casaria.
A quem tem mulher formosa, vinha no caminho e castelo na fronteira, nunca falta guerra
Antes de casar tem casa em que morar, terras que lavrar e vinhas que podar.
Arrenda a vinha e o pomar se os queres desgraçar.
Cabra que vai à vinha, onde pula a mãe, pula a filha.
Casa de pai, vinha de avô.
De boa cepa a vinha, de boa mãe a filha.
Dia de São Lourenço, vai à vinha e enche o lenço.
Em cada prado uma vinha, em cada bairro uma tia.
Em dia de São Lourenço vai à vinha e enche o lenço.
Milho entre a vinha, enche a adega e a cozinha.
Não compres malhada, nem vinha desamparada.
Nem vinha em baixa, nem trigo em cascalho.
Oliveira, a do meu avô; figueira, a do meu pai; vinha, a que eu puser.
Onde alhos há, vinha haverá.
Pela Santa Marinha vai ver a tua vinha; como a achares, será a vindima.
Quem é guarda de muitas vinhas, nenhuma pode guardar.
Quem em ruim parte tem a vinha, às costas tira a vindima.
Quem no Algarve mora, tenha vinha e figueiral com figueira de tocar.
Quem quer a vinha velha renovada, pode-a enfolhada.
Quem tem mulher formosa, vinha no caminho e castelo na fronteira, terá guerra a vida inteira.
Quem tem vinhas e não lagar, a seus olhos vê o mal.
Raposa que vai à vinha, mal da mãe, pior da filha.
Tão ladrão é o que vai à vinha, como o que fica à portinha.
Vinha onde pegue, horta onde regue.
Vinha posta em bom compasso, ao primeiro ano dá agraço.
Vinha que rebenta em Abril, dá pouco vinho para o barril.